quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Dois tempos

Duvidar, duplicar, dopar, dividir, despedir, demorar, demarcar.
As histórias derramam. Discos declamam, aquilo que desejamos.
Destribuimos depoimentos danificados, com o tempo.
Não estamos dispostos a depor a verdade
A verdade é que a disposição desaparece
Dependendo dos dados, dói
Dizer.
E duelar com doidos.

Dois mil e treze.

Demais, excesso. Durante o tempo do silencio é preciso filtrar, drenar.
Tudo aquilo que se escuta, que se caça, que se sabe.
Terra nova, diferente.
A nova idade acompanha a novidade
O maior risco que se corre é não saber o tempo de retornar
É saber resurgir, desafogar, sair da inércia.
Despedir pode demorar.
Duvidar pode levar a demarcação.

Meu território
Minha divida comigo
despede-se de mim.